A “Comissão de Concelhia do PCP de Vila do Conde” enviou um comunicado ao jornal Terras do Ave onde exorta a Câmara Municipal a “implementar medidas de conduzam à efetiva remoção dos jacintos de água [plantas], devolvendo aos vilacondenses o direito do pleno usufruto do rio”.

Os comunistas admitem que essa ação camarária deva ser efetuada em “articulação com os órgãos da tutela e ainda com os restantes municípios do Vale do Ave”, mas algo tem que ser feito para travar a “situação calamitosa” que a concelhia “tem vindo a denunciar há vários anos”.

A planta é invasora – veio da Amazónia – e não tem predadores desenvolvendo-se ”de forma não controlada, ocupando grande parte da superfície do rio, pondo em causa a saúde ambiental do mesmo, o exercício de atividades económicas, lúdicas e desportivas, e condiciona o acesso das populações ao rio”, lê-se no comunicado.

Mas a “degradação ambiental” não se estringe ao rio já que as plantas vão sendo arrastadas para o mar e daí atiradas para as praias “em particular nos areais a norte da foz” do Ave.

“A comissão de concelhia do PCP, quer através dos seus eleitos autárquicos, quer através dos deputados na Assembleia da República, tem interpelado os órgãos de decisão sobre as medidas previstas para combater e eliminar a praga de jacintos de água, sem que medidas eficazes tenham sido adiantadas”, lamenta o PCP.

Este assunto – a praga de jacintos de água – é um dos temas que está em destaque na edição em papel do seu jornal Terras do Ave já está nas  bancas (veja aqui).

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