O MADI (Movimento de Apoio ao Diminuído Inteletual), de Vila do Conde, ficou no terceiro lugar da 16.ª edição do Prémio Manuel António da Mota e foi agraciada com 10 mil euros, na cerimónia realizada ontem na Alfândega do Porto, presidida por Marcelo Rebelo de Sousa.

A instituição vilacondense concorreu com o projeto de empreendedorismo “ValorIN” que procura “dar ferramentas às pessoas com deficiência e/ou doença mental, para que possam ser integradas no mercado de trabalho e ter uma vida independente”, descreve uma informação sobre o prémio.

O vencedor (50 mil euros) foi para a Rural Move – Associação para a Promoção do Investimento nos Territórios de Baixa Densidade, com sede em Miranda do Douro e o segundo posto (25 mil euros) coube à Cáritas da Ilha Terceira.

Houve ainda sete honrosas (5 mil euros cada uma) para a ACAPO – Associação dos Cegos e Amblíopes de Portugal, Brigada do Mar, CAID – Cooperativa de Apoio à Integração do Deficiente, CASA – Centro de Apoio ao Sem Abrigo (Projeto HopeWay), Centro Assistencial Cultural e Formativo do Fundão,  Centro Paroquial e Social de Lanheses (Projeto Elisa, e Fundação Rui Osório de Castro.

A informação sobre as instituições locais é presença habitual na edição em papel do seu jornal Terras do Ave, como a que já está nas bancas (veja aqui).

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