O nível do discurso político no país vai descendo degrau a degrau, e dirão os mais céticos que num percurso sem retorno.Campeia agora a guerrilha pessoal. Programas de governo e a sua sustentação ou impugnação com argumentação séria e sapiente, é o que cada vez menos se vê. E, como é próprio dos confrontos fulanizados em que esta situação vai desaguando, a pobreza do debate leva a política a bater no fundo. E isto porque, por obstinação do poder político, a política não se aprende de forma clara e bastante na escola, pública ou privada, como se de coisa maculada se tratasse.
Sobram-nos noticiários infindos pejados de acusações, desmentidos, protestos de seráficos comportamentos com as correlativas demonstrações do seu contrário. E enquanto o pau vai e vem folgam as costas.
O meio mediático em que este calvário se desenrola, mostra-se absolutamente incapaz de sobrenadar com vigor neste oceano; afigura-se até que nas suas águas tépidas se deleita, enquanto a esperança de um povo numa vida melhor se esfria e afunda.
Os artigos de opinião integram as edições em papel do jornal Terras do Ave, como a que já está nas bancas (veja aqui).
Adquirir um exemplar (1 euro) ou tornar-se assinante são formas que dispõe para ajudar esta publicação vilacondense, que não possui quaisquer apoios ou publicidade institucionais, a prosseguir a sua missão.
Nas bancas, o jornal aguarda por si nos seguintes locais:
-Auto Bem Guiados (Av. Júlio-Saúl Dias /Rua 5 de Outubro)
– Café Bompastor (Av. João Canavarro, em frente ao Hotel Brazão),
– Livraria Convívio (Av. João Canavarro, 132, entre os CTT e o Teatro Municipal)
– Tico-Tico Bazar (Centro Comercial Alameda, Av. João Canavarro, 303- loja 12).
– Kappa Café, Areia, Árvore
Não se esqueça de aceitar, no Facebook, ser nosso “amigo (a)” para ter acesso mais privilegiado (a) ao que produzimos para si.

