Há uma exposição em Vila do Conde que é peculiar em vários domínios.

É inabitual no tema (as atrocidades cometidas pelo regime Nazi, através da memória de Anne Frank), distinta no percurso feito (já passou por “centenas de cidades em todo o mundo”) e singular na forma de apresentação à comunidade: “As visitas guiadas serão realizadas por alunos que receberam a devida formação para o efeito”, conta a Escola José Régio onde a exposição pontifica.

A mostra intitulada “Anne Frank: uma história para hoje” insere-se, segundo a mesma fonte, “num projeto de âmbito nacional e resulta de uma parceria entre a Biblioteca da Escola José Régio, a “Anne Frank House”, a “Associação Comunidades que Florescem” e a Escola Superior de Educação Paula Frassinetti”.

Vai estar no estabelecimento de ensino até ao próximo dia 1 de abril e quem a quiser ver (da comunidade) só precisa de contatar a escola para agendar uma visita.

Poderá assim conhecer melhor “a história de uma menina e da sua família que, por serem Judeus, tiveram de fugir do seu país durante a 2ª Guerra Mundial e do seu fim trágico nos campos de concentração”.

E, por essa via, confirmar este entendimento da organização: “A luta pelos Direitos humanos, pela liberdade e pela democracia é uma necessidade absolutamente imperiosa, nos dias de hoje, e que é urgente transmitir às novas gerações e à sociedade em geral”.

Aos jovens estudantes, além da componente histórica, a exposição procura evidenciar “as consequências nefastas a que o racismo e os preconceitos nos podem levar”, promovendo “a cidadania ativa, através da informação e consciencialização de acontecimentos históricos que não se devem repetir”, esclarece uma informação enviada ao seu jornal Terras do Ave.

A Educação é um dos temas que encontra na edição em papel do seu jornal Terras do Ave (veja 1.ª página aqui)

 

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