O processo de ampliação do cemitério das Caxinas conheceu um novo capítulo com a aprovação por unanimidade, na Reunião de Câmara de Vila do Conde de ontem, de uma “resolução” que pede ao Governo a emissão da “Declaração de Utilidade Pública” de uma expropriação de parte de um terreno para o efeito.

Ao ministério da Coesão  Territorial é solicitado ainda que tal medida seja tomada “com caráter urgente” e  preveja a “tomada de posse administrativa” do espaço.

A área em causa (3500 metros quadrados) será destacada de uma maior pertencente à empresa Póvoa Exportadora (a sul do atual cemitério, na rua das Rosas) tendo a edilidade de depositar à ordem do processo pouco mais de 548 mil euros, o montante apurado numa peritagem pedida pela Câmara.

Segundo o que esclareceu a vice-presidente da Câmara, Sara Lobão (liderou a reunião face à ausência do presidente Vítor Costa) houve várias negociações com a firma proprietária, mas sem o acordo pretendido.

Destaque ainda no período antes da ordem do dia para a contestação feita por Pedro Gomes (NAU) à afirmação de Vítor Costa (na assembleia municipal) de que não estava registado o terreno dos bombeiros para onde chegou a estar prevista, no anterior mandato, a instalação de uma bomba de gasolina (acabou na cadeia Auchan).

Mas esse é um assunto que, como outros, abordaremos com mais detalhe noutra altura e também na futura versão em papel do seu jornal Terras do Ave que, recorde-se, está nas bancas (veja 1.ª página aqui).

Foto: Google

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