O provedor da Santa Casa da Misericórdia de Vila do Conde, Rui Maia, é uma das personalidades que integram a “Comissão de Acompanhamento do Acordo Genérico de Cooperação entre o Estado Português e a União das Misericórdias Portuguesas [UMP]” que vai verificar o cumprimento dos objetivos do entendimento assinado no passado dia 12 de dezembro.

A composição da referida comissão está plasmada num despacho conjunto da secretária da Gestão da Saúde, Cristina Vaz Tomé, e da sua homóloga da Ação Social e Inclusão, Clara Marques Mendes, que, na passada 5.ª feira, é publicado no Diário da República (D.R.).

Rui Maia é um dos cinco indicados pela UMP sendo os restantes nomeados pelo Governo e entidades estatais entre os quais o presidente, o médico José Martins Nunes.

A edição em papel do jornal Terras do Ave, que está nas bancas,  contém uma entrevista ao provedor Rui Maia que, a propósito, do acordo alcançado entre o Governo e a UMP referiu que o protocolo em causa “tem três eixos principais de cuidados: continuados, primários e hospitalares”.

“Os vilacondenses poderão vir a beneficiar da proximidade da nossa prestação de serviços em especialidades que a ULS não dispõe. Poderão ser enviados utentes para a Misericórdia de Vila do Conde em vez de irem para outros hospitais públicos mais distante. Poderemos vir a ter um serviço de urgência básico para as pessoas que, na triagem no hospital, recebam pulseiras amarelas, azuis ou verdes e assim não encravarem as urgências hospitalares. Resumindo, poderemos vir a ter uma relação muito mais próxima com o Serviço Nacional de Saúde”, descreveu.

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