A SAD (Sociedade Anónima Desportiva) do Rio Ave ainda não fez o anúncio oficial, mas já é dada como certa a saída de Luís Freire do comando técnico do clube de Vila do Conde.
Aliás, alguns órgãos de comunicação social descrevem que foi ontem – dia do 39.º aniversário do treinador – que terá sido comunicada a Freire a intenção de rescisão do contrato.
Será, assim, quebrada uma ligação que começou na temporada de 2021/2022 para o profissional fazer subir os vilacondenses à 1.ª Liga (após uma queda inesperada), o que conseguiu, tendo também se sagrado campeão da 2.ª Liga.
O clube enfrentou um longo período de proibição, pela FIFA, de inscrição de jogadores – entre agosto de 2022 e janeiro deste ano -, mas, com Freire no comando, conseguiu aguentar-se na 1.ª Liga.
Esta temporada entrou a SAD presidida por israelita Boaz Jacob Toshak embora seja detida, na sua maioria, por uma empresa ligada à família do milionário grego, Evangelos Marinakis e houve uma revolução no plantel (entraram 23 jogadores).
À 10.º jornada, o clube Vila do Conde está no 14-º lugar da tabela classificativa acumulando duas vitórias (Farense e Arouca em casa), três empates (Famalicão, Estoril e Casa Pia) e quatro derrotas fora de casa (Sporting, FC do Porto, AFS, Braga e Benfica). Ou seja, os quatro primeiros classificados já tinham sido enfrentados.
Mas a sequência de maus resultados, com seis encontros sem vencer na 1.ª Liga (e um triunfo sofrido na Taça na casa do Atlético), terão contribuído para o desfecho que já era verbalizado por adeptos no final dos últimos jogos.
Luís Freire sai como o 2.ºtreinador na história com mais jogos ao serviço do Rio Ave (só atrás de Carlos Brito) atingindo as 129 partidas (102 no topo nacional).
Para o lugar do treinador têm surgido nomes como Petit e Daniel Sousa, mas ainda não há certezas.
Esta é uma notícia em atualização

