Como lhe avisou o seu jornal Terras do Ave (recorde aqui), Portugal está a ser a afetado pelo mau tempo decorrente da passagem da “Depressão Karlotta” que traz ondulação forte que, entre o meio-dia e as seis da tarde, vai colocar esta região do noroeste da península, incluindo Vila do Conde, em “alerta laranja”, o segundo mais grave da escala do Instituto Português do Mar e da Atmosfera (IPMA).
As ondas poderão ultrapassar os cinco metros de altura e a comandante das capitanias de Vila do Conde e Póvoa de Varzim, Mónica Martins, emitiu também um comunicado onde se pode ler:
“À população em geral, que habitualmente frequenta as zonas costeiras ao longo de toda a faixa litoral oeste do Continente, aconselha-se que se abstenham da prática de passeios junto à costa e nas praias, bem como da prática de atividades lúdicas nas zonas expostas à agitação marítima, sendo essencial que assumam uma postura preventiva não se expondo desnecessariamente ao risco”.
Mas não é só. A ventania vai ter picos a rondar 100 km/hora e a chuva cairá de forma persistente aumentando o risco de inundações.
Neste cenário, o Comando Sub-regional de Emergência e Proteção Civil da Área Metropolitana do Porto emitiu um “aviso à população”, pedindo para “ter especial cuidado na circulação e permanência junto de áreas arborizadas, estando atento para a possibilidade de queda de ramos e árvores, em virtude de vento mais forte”. Também é de evitar a circulação junto ao mar e rios e o atravessamento de zonas inundadas. Neste último caso o aviso é também para condutores de veículos que devem “adotar uma condução defensiva”
Refira-se a propósito das condições atmosféricas, a manchete da edição em papel do seu jornal Terras do Ave, que saiu ontem, puxa à primeira página a principal conclusão de um estudo sobre efeitos em Vila do Conde das alterações climáticas.
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