Dezassete indivíduos que o Ministério Público considera serem responsáveis por abastecer um universo superior a uma centena de consumidores de Vila do Conde, Póvoa de Varzim e Funchal (Madeira) foram acusados de 14 crimes de estupefacientes (seis de forma agravada).
A Procuradoria-Geral Distrital do Porto diz que os supostos cabecilhas atuaram conjuntamente até 2020, mas depois criaram “dois grupos” que se dedicavam “à compra e venda de estupefaciente- sobretudo na modalidade de venda direta, nomeadamente cocaína, heroína, haxixe, e outras substâncias ilícita”.
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