A Escola Básica Frei João de Vila do Conde tem sido falada um pouco por todo o país devido à implementação de casas-de-banho e balneários sem identificação do género dos utilizadores. Paula Lobo (na imagem), professora responsável por esta mudança, disse ao nosso jornal que “esta exposição foi inesperada” até porque é algo que “já existe há dois anos”. E mais importante: até agora “nunca houve qualquer tipo de problema”.
A escola conta com 1040 alunos entre o quinto e o nono ano de escolaridade, e logo à entrada existe “um placard com a bandeirinha arco-íris [significado da comunidade LGBTQIA+] e algumas informações” mais detalhadas, designadamente as diferenças entre identidade de género, expressão de género, sexo e orientação sexual.
Existe ainda um espaço onde os alunos se podem dirigir para “esclarecer dúvidas, expor problemas, partilhar ideias, dar sugestões, ou simplesmente conversar”, lê-se numa informação no quadro. Este foi o primeiro passo, em 2022, do projeto “Escola às Cores”, que visa “tornar a escola num espaço seguro e mais inclusivo”, explicou a professora.
(Leia mais na última edição do seu jornal Terras do Ave)


