É natural de Malta, Vila do Conde, a investigadora da Universidade do Minho (UM) que venceu o recentemente o concurso nacional “H2O & Sustainability Innovation Hub”, na categoria “PhD & Researchers”, que foi organizado pela consultora PremiValor o que lhe vai garantir sete mil euros para ajudar a desenvolver ainda mais a “start-up” (firma de base tecnológica) de consultoria ambiental “para avaliar a pegada de água (quantidade e qualidade) das empresas e sugerir medidas de mitigação através de créditos de água, como plantar árvores junto a cursos de água ou patrocinar a gestão da floresta”, conta a universidade bracarense.
Cláudia Carvalho-Santos pertence ao do Centro de Biologia Molecular e Ambiental (CBMA) da Escola de Ciências da UM e idealizou o projeto, intitulado, “Trees4Water” que se propõe gerir os tais “créditos de água” de, por exemplo, “proprietários agroflorestais públicos e privados. Isto através de uma medição que usa “algoritmos para combinar modelos hidrológicos e imagens de satélite” e fazer o cálculo dos tais “créditos” proprietários agroflorestais públicos e privados. Algo semelhante ao “”mercado de carbono” que incentiva à redução das emissões de gases de efeito estufa. Por exemplo, o Governo aprovou em novembro a criação de um mercado voluntário de carbono em Portugal, tendo empresas da fileira do cimento e da cortiça entre os interessados em investir em troca de créditos de carbono.
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