A falta de informação clara, concisa e nos lugares certos foi um dos principais problemas verificados no arranque, no passado dia 1, da nova rede de autocarros UNIR que passou a operar em toda a Área Metropolitana do Porto (AMP) incluindo, claro, em Vila do Conde. E também por cá, as dificuldades para os passageiros (utilizadores) foram basicamente as mesmas sentidas noutros concelhos, acrescidas, como lhe contámos na edição anterior, de um embaraço: a falta de um sítio de venda Vila do Conde dos passes que tornam as viagens, no seu conjunto, mais baratas.
Por isso, na Loja Andante (sistema de bilhética escolhido, pela AMP, para a UNIR) existente na estação do Metro da Póvoa, as filas foram frequentes até porque nem todos os interessados na compra estavam familiarizados com a documentação necessária para obtenção dos passes, o plano de pagamento, as limitações às viagens por zonas…enfim todo um mundo novo que necessitou de ser descoberto à custa de muitas perguntas que, além de atrasarem a fluidez de quem espera pela sua vez, testou a paciência dos funcionários no serviço de venda ao público.
Em contraponto, em Vila do Conde, o parque de estacionamento junto à estação do Metro que, supostamente, terá uma Loja Andante, continuou fechado, contrariando inclusive as sucessivas previsões do presidente da Câmara.
(Leia mais na última edição do seu jornal Terras do Ave, e confira também a reportagem que se encontra na mesma página)
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