A presidente do Rio Ave considera que o seu clube foi prejudicado pela arbitragem no jogo que terminou empatado a uma bola em Barcelos, frente ao Gil Vicente, uma vez que não foram assinaladas duas grandes penalidades a favor da formação vilacondense que poderiam ter garantido a vitória na partida.

“Fomos verdadeiramente prejudicados. Temos muitos problemas no dia a dia e temos de trabalhar para os ultrapassar. Não podemos vir para um jogo e ser altamente penalizados. Todos temos momentos menos bons. Há dois lances claros de grande penalidade. Se a equipa de arbitragem não foi competente para os assinalar, o VAR tinha de intervir”, afirmou Alexandrina Cruz na conferência de imprensa após o jogo.

“Da mesma forma que jogadores e treinadores são punidos por situações menos corretas, o futebol português tem de olhar para as arbitragens e perceber que elas não podem tirar-nos o trabalho de uma semana inteira”, acrescentou a líder do clube na sequência de uma partida em que, segundo a estatística, o Rio Ave teve o dobro (16) dos remates do adversário (8).

“Foi um jogo de mão cheia dos meus jogadores e estamos frustrados por não conseguirmos os três pontos”, disse o treinador Luís Freire.

A verdade é que, com o empate, o clube de Vila do Conde está no antepenúltimo lugar da classificação e só volta a jogar no início de dezembro por causa da pausa para a seleção e da eliminatória da Taça de Portugal, uma competição onde os rioavistas já não estão.

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