Dos 217 sócios que estiveram ontem à noite na assembleia-geral do Rio Ave FC, 190 votaram a favor das contas do clube relativas à época 2022/2023 que foram positivas (127 mil euros). Mas na sessão também foram escalpelizados os números da Rio Ave SDUQ, que gere o futebol profissional e, neste caso, o prejuízo foi superior a 7,8 milhões de euros agravando uma situação já preocupante (no ano anterior o exercício atingira 6 milhões também negativos). Um cenário que foi justificado pela descida de divisão e pela proibição, pela FIFA, da venda de jogadores na sequência do conhecido caso Olinga.
A presidente Alexandrina Cruz entende que é altura dos sócios definirem o modelo de gestão para o clube. “Se o atual, se uma sociedade desportiva onde o Clube é sócio maioritário, mas que permita cativar e ser apelativa a qualquer ação de mecenato ou investimento nesse modelo. É imperativo avançar e traçar novos caminhos”, refere citada pelo órgão oficial do clube.
Foi também anunciada uma nova campanha de angariação de sócios.
Esta é uma notícia que será desenvolvida na próxima edição do seu jornal Terras do Ave
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